Operadoras elevam o tom no Painel Telebrasil.

No painel Telebrasil da semana passada as empresas pertencentes do Sinditelebrasil elevaram o tom do discurso em relação ao governo.
O presidente da Telefônica comentou que o setor de telecom “não está na agenda pública brasileira”e se ficar fora da “Nova Economia” o atraso será irrecuperável. Para ele o motivo é já ter alcançado“um grau de penetração significativo” e apesar disto ainda há muito a se fazer.
O CEO da Claro reforçou que após os 20 anos da privatização deve-se ter o início de um novo ciclo e o PLC 79 é de fundamental importância para destravar os investimentos no setor, mas continua travado no congresso.
O presidente da Oi também defendeu a aprovação imediata do PLC79, que reorganizaria as obrigações das Operadoras, como o caso da manutenção dos 640 mil orelhões no país (rendem R$ 5,4 mi mas provocam despesas de R$ 320 mi).
O presidente da TIM defendeu que o Brasil deve romper o ciclo de uma regulação pré-histórica, uma alta carga tributária e dos fundos que não são aplicados onde deveriam. Propõe evoluir para um “círculo virtuoso” comuma revisão imediata na regulação, aplicação correta dos fundos e uma desoneração que reflita em preços mais acessíveis para os consumidores.
O Setor reivindica um projeto de governo para as telecomunicaçõesconcluiu um painel que reuniu os CEO’s das maiores Prestadoras do país.